ECOMUSEU DE S. PEDRO DE RATES

Dado o riquíssimo património da Freguesia, foi criado um percurso cujo cenário nos remete para um passado distante, onde se valorizam, potenciam e articulam todos os símbolos que caracterizam e definem a identidade cultural desta vila. Falamos do Ecomuseu de S. Pedro de Rates. Este equipamento cultural, em toda a sua plenitude, representa não só o seu património arquitetónico e histórico (a Igreja Românica e o Centro Histórico) mas também o modus vi vendi da comunidade rural (Casa do Lavrador, Casa do trabalhador Rural, Moinho de Vento e Água, Fonte do Pedro, Fonte Antiga) cujas vivências, tradições e costumes estão presentes nos nove pontos deste trilho que, estando inserido em espaços públicos requalificados ligados à atividade agrícola e à vida rural de outros tempos, representa a História desta Terra. Porque a história das Terras conta-se nos espaços públicos, torna-se imperativa a preservação destes espaços perpetuando deste modo a memória das gentes.

O percurso tem 8km e tem como ponto de partida a 1.Igreja Românica (séc.XI-XII), logo a seguir surge a Praça, onde se encontra a Capela (barroca), a antiga Câmara e o Pelourinho. Em direção à Rua Direita encontramos a 2. Fonte de S. Pedro; subindo, e após passar a Casa Mattos (turismo rural), estaremos a caminho do Largo de Santo António, espaço de devoção e de festa de uma comunidade cuja economia estava ligada à criação de animais; aqui está a 3. Casa de Lavrador, onde a eira, o espigueiro e outros espaços recriam o ciclo dos cereais e do linho; descendo o caminho encontramos a 4. Fonte Antiga e o seu lavadouro que serviram a população do Centro Histórico; avançando agora pelo caminho tradicional da Via Sacra (cujas estações estão assinaladas por Cruzeiros) chegamos ao 5. Moinho de Vento, onde os grãos do milho, do trigo e do centeio voltam a fazer farinha; logo de seguida vemos a 6. Casa do Trabalhador Rural, reprodução em xisto das casas de lavrador de outrora, cuja cozinha e forno a lenha permitem recriar todo o processo de preparação e cozedura do pão; mais abaixo encontra-se o Parque de Merendas e que antecede a 7. Fonte do Pedro, um belíssimo espaço natural que acolhe uma das lendas fundadoras da cultura ratense - a da Moura Encantada - o passo seguinte é a 8. Fonte da Granja, a mais abundante (matava a sede, regava os campos, lavava a roupa); continuando no vale, o destino é agora a 9. Azenha do Pego, um edifício onde se moía grão e se serrava madeira tudo por tração hidráulica. E, depois, caminhando nas margens ou sobre a antiga via-férrea, surge pela frente a lonjura do vale fértil. Foi em torno destes itinerários do pão e da água que foi construído, no cenário de um distante passado, o Ecomuseu de S. Pedro de Rates.

Conheça o programa das visitas do Ecomuseu (PDF)

 

 

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